Kelly Slater fala de surf, mulheres, sexo e drogas...

Extraído de: famaosfera   Agosto 17, 2010

Kelly Slater Surfe, maconha, praia e as famosas ex-namoradas...

O maior surfista profissional da história do esporte, Kelly Slater, participou da seção da revista Playboy "20P" , onde respondeu 20 perguntas nas quais revelou qual e a sua praia preferida no Brasil e explicou, a teoria de que todo surfista é maconheiro e claro mulheres…

O ex-namorado de Gisele Bündchen e Pamela Anderson contou tudo confira!

Não, nada! E, na verdade, a Cameron Diaz e eu nunca namoramos, nós éramos só amigos. Mas acho que as pessoas meio que esperam que vocês estejam se pegando quando veem um homem e uma mulher juntos. Nessa época até a minha mãe começou a receber ligações de conhecidos para contar essa mentira. Ela mandava eles irem se f****.


O que incomoda é a mentira. Pessoas que têm uma vida pública não deixam de ter direito à sua vida privada. Mas esse tipo de coisa não costuma acontecer muito. Na maioria das vezes a mídia é bastante justa comigo.


O segredo para conseguir me concentrar é ter em mente o que eu gosto mais de fazer, que é surfar. O trabalho de todo mundo tem distrações. É claro que eu já deixei esse tipo de coisa me distrair no passado, mas hoje em dia eu sou um cara bem focado.


Que pergunta estranha... [Risos.] Eu namoro há quase três anos [com a também surfista americana Kalani Miller], então passo bastante tempo com minha namorada e viajo muito. Jogo golfe, toco violão e saio com os amigos. E gosto de ficar sozinho também.


Uma vez, na África, uma menina invadiu o meu quarto de hotel e roubou umas coisas minhas. No dia seguinte eu estava andando na rua e a encontrei usando minha camiseta. Ela quis me devolver, mas eu disse pra ela ficar longe de mim porque o que ela fez foi repugnante. E outra vez uma fã dormiu na porta do meu quarto.


Não! Não importa quão bonita ou sexy a menina seja, se ela faz uma coisa dessas vai tudo por água abaixo.

[Slater havia acabado de perder uma das etapas do Circuito Mundial, em Florianópolis, para o brasileiro Jadson André.]
Existe alguém que gosta de perder? Ninguém! Mas acho que eu não sou um mau perdedor. Claro que às vezes é uma coisa difícil de aceitar, mas competir tem disso. Eu fico relativamente bem quando perco uma etapa, mas nunca espero perder quando entro no mar.


[Risos.] Acho que eu não posso responder isso. Soaria arrogante demais dizer que eu sou o melhor. Aos 38 anos, eu sou um dos mais experientes e consigo surfar tanto ondas pequenas quanto gigantes. Certos caras se especializam em determinadas coisas: alguns são bons em aéreos, outros em tubos ou só em ondas grandes. Minha diferença é que eu me dedico a cada uma dessas coisas. Talvez tenha sido isso que me manteve no topo todos esses anos.


Os surfistas não fumam mais maconha do que as outras pessoas. Mas acho que maconha combina com o estilo de vida do surfe, que é mais relaxado. Além disso, o surfe, em seus primórdios, era um esporte de gente solitária. Pessoas que passam muito tempo sozinhas tendem a pensar e relaxar mais, e as drogas alucinógenas têm um papel nisso.


Não, mas a maioria dos meus amigos fuma. Eu experimentei maconha uma vez ou outra, mas não funciona muito pra mim. Não entendo o que faz com que tantas pessoas gostem de um baseado.


Acho que aos 12 anos comecei a perceber que talvez pudesse ganhar dinheiro com o que eu fazia por diversão.


Não ligo muito para carros e mansões. O único carro que eu possuo tem mais de dez anos, e eu quase não o uso. Gasto meu dinheiro jantando em restaurantes e comprando terrenos. Tenho alguns na Austrália, no Havaí e na Flórida. Meu sonho é deixar um terreno em cada canto do mundo para meus filhos e netos.


Algumas pessoas compraram o livro, então talvez não! [Risos.] Mas eu fiz isso porque tive uma proposta de uma editora para lançar um livro e não tinha ideia sobre o que escrever, então virou uma autobiografia. Fazer um livro autobiográfico é bem mais difícil do que parece. Não só para lembrar das coisas, mas por abrir sua vida assim. Mas, no fim, acho que foi um processo saudável, meio como uma terapia.


Uma vez bati a cabeça em uns corais enquanto surfava e fiquei inconsciente. Acordei embaixo d’água, não sei como. Essa foi provavelmente a situação em que cheguei mais perto da morte. Mas várias vezes caí da prancha em ondas tão grandes que achei que não ia conseguir subir.

Oh, yeah! Lembro muito bem, inclusive. Eu tinha uns 6 ou 8 anos, e meu pai lia a PLAYBOY e escondia as edições no quarto dele. Um dia, eu, meu irmão e dois amigos as achamos e corremos pro barco que tínhamos no rio perto de casa para ler. Não lembro quem era a moça da capa, mas lembro que nos sentíamos ao mesmo tempo excitados e constrangidos por vê-la nua. Minha mãe nos pegou folheando a revista e achou engraçado.

Quase sempre fico muito tempo dentro d’água, mas o máximo foram provavelmente sete horas seguidas, na Austrália. Depois fiquei com uma queimadura de sol tão horrível que mal conseguia me mexer na semana seguinte.


O engraçado é que eu sou muito ruim nesse jogo [Kelly Slater’s Pro Surfer para Xbox] e faz muitos anos que não jogo. Foi doloroso ser ator em Baywatch. Eu não pretendo atuar nunca mais. Não era eu mesmo, e eu achava constrangedor estar em frente às câmeras daquele jeito. Sem contar que as historinhas que eles criavam no seriado eram bem inverossímeis. E, quando você não acredita numa coisa, é difícil fazer parte dela. Então achei melhor parar com aquilo.


Ah, existe, com certeza. Eu já vi várias ondas perfeitas na minha vida, mas diversos fatores têm de se juntar para isso acontecer. E a onda perfeita é diferente para cada pessoa, meio que como mulheres: são todas diferentes, e tem a mulher perfeita para cada cara.


E qual tem as melhores mulheres??Eu não estive em tantas praias assim no Brasil para poder dizer com certeza, mas eu me diverti bastante em Maresias [no litoral norte de São Paulo]. Lembro que a praia tinha boas ondas e muita mulher. Era uma loucura, a gente surfava o dia inteiro, dormia até de madrugada e então acordava pra ir pras festas.


Não, isso seria muito difícil. [Risos.] Primeiro porque eu surfo em pranchas pequenas e seria complicado equilibrar duas pessoas ali em cima. E segundo porque, se eu trouxesse minha prancha para a cama, tenho certeza de que minha namorada não ficaria< nem um pouco contente.

Por CAMILA GOMES
Revista PlayBoy

Autor: By Redação


 
 
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