Fiz duas operações para curá-lo , diz médium que operou Gianecchini

Extraído de: redebomdia   Setembro 10, 2011

João Berbel atende mais de cinco mil pessoas por semana

Micheli NunesAgência BOM DIA

Médium desde os 21 anos, João Berbel, 56, começou a fazer operações espirituais em 1996. Seu primeiro paciente foi Arlete, a própria mulher, que sofria de crises renais. "Ela sarou, nunca teve mais nada", diz. Depois dela, Berbel passou a atender outros doentes na cozinha de casa. Hoje, trabalha no Instituto de Medicina do Além (IMA), um centro espírita criado por ele em Franca, interior de São Paulo. O espaço inclui uma escola convencional e, em breve, vai abrigar um hospital para tratamentos físicos e espirituais. A obra é financiada com verba do instituto.

Berbel, que realiza operações e distribui remédios fitoterápicos gratuitamente, vive da renda de seus 175 livros publicados e de doações. Em entrevista, ele falou, entre outros assuntos, sobre o ator Reynaldo Gianecchini que, além de se submeter a tratamento quimioterápico para se curar de um câncer linfático, passou por duas cirurgias espirituais comandadas pelo médium.

Quando foi seu primeiro contato com o espiritismo?Quando eu era criança, tinha crises de epilepsia (alteração na atividade elétrica do cérebro, temporária e reversível). Aos 19 anos, minha namorada me levou a um centro espírita após eu sofrer um ataque. Fui tocado e curado da doença, chorei muito. Depois disso e durante 20 anos, só recebi espíritos inferiores, que queriam abalar a minha fé e me tirar do espiritismo. Aos 40, o espírito do médico Ismael Alonso, que morreu em 1964, veio a mim e disse que eu deveria realizar curas e operações espirituais sem cobrar nada.

Qual foi sua relação com Chico Xavier?Eu o curei. No final da vida, ele estava impossibilitado de falar por causa de um problema nas cordas vocais. Tivemos um encontro no plano astral e eu realizei a operação. Chico chegou a dar uma entrevista, dizendo que havia sido curado em uma cirurgia espiritual, mas não revelaria o nome do médico para não haver vaidade. Na época, eu usava bisturis e fazia cortes nas pessoas durante as operações, mas usava minha energia para que as pessoas não sentissem dores. Chico pediu para eu nunca mais fazer isso, pois não sou médico. Sou médium. Joguei os bisturis fora e meu poder de cura aumentou. Toda a energia que eu usava para impedir que as pessoas sentissem dor foi direcionada exclusivamente para retirar tumores.

Como foi seu contato com Reynaldo Gianecchini ?O pai dele, Reynaldo Cisoto, é um grande amigo. Ele faz tratamento no IMA toda semana. O caso do pai é muito grave, mas ele está bem. Quando Gianecchini descobriu que estava doente, fui até o hospital Sírio-Libanês e realizei duas operações para curá-lo. Ele é uma pessoa maravilhosa e, como tem muita gente rezando por sua saúde, Gianecchini está se curando e logo estará bem.

O ator deve parar com a quimioterapia?Não. A cura espiritual é um complemento da medicina. As pessoas ainda devem ir ao médico e fazer o tratamento necessário. Isso é muito importante. Por isso o hospital que estamos construindo no IMA terá um setor de saúde espiritual e médicos para cuidar da saúde física das pessoas. Gianecchini está passando pelo tratamento médico e, além das operações espirituais, faz um tratamento à distância.

Como funciona o tratamento à distância?Um parente próximo precisa estar no centro espírita ao meu lado para que eu possa estabelecer uma relação com o doente. Nós, então, fazemos um trabalho espiritual para acelerar a cura. No caso de Gianecchini, toda semana os tios Fausto e Roberta Gianecchini fazem esse trabalho comigo.

Qualquer pessoa pode fazer o tratamento?Sim. É só ir ao IMA. Quando eu comecei a realizar esse trabalho, fazia as cirurgias na cozinha da minha casa. Hoje, recebo mais de cinco mil pessoas por semana no instituto.

Tratamento espiritual do ator global tem o apoio da famíliaLutando contra um câncer linfático, do qual foi diagnosticado há um mês, Reynaldo Gianecchini recorreu também a um centro espírita para buscar a cura. Roberta Gianecchini, tia do ator, conta que esteve no Instituto de Medicina do Além (IMA), em Franca. Lá, ela realizou, junto com o médium João Berbel, um tratamento à distância na tentativa de ajudar o sobrinho. "O pai do Giane tem feito trabalhos espirituais que o ajudam na luta contra o câncer. Por isso, eu e meu marido, Fausto, estivemos no centro para tratar Giane também", diz.

Roberta afirma ainda que o ator se sente bem e não teme a queda do cabelo. "Ele está bem, tranquilo e comendo normalmente. Não tem medo de perder os cabelos. Como ator, está acostumado a mudar o visual." Ela agradeceu à imprensa pelo carinho dispensado ao sobrinho. "Ele precisa de um tempo e todos têm respeitado isso."

Autor: Vinculado ao redebomdia


 
 
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